As turmas do Segundo Ano do Ensino Fundamental estão estudando sobre os cientistas naturalistas. Estes cientistas  coletavam vestígios animais, vegetais e minerais para posteriormente identificá-los e estudá-los. Assim como eles, as crianças também observaram vários vestígios no laboratório. 

Ficou curioso para ver esta experiência muito bacana? Então veja alguns destes vestígios que a turma 9.2.3 observou.

Os estudantes das 7ªs e 8ªs séries fizeram um mural, na entrada do Bloco A, sobre os 60 anos da Escola. Foram trabalhados conceitos de tempo, espaço e memória.

A atividade teve como objetivos identificar o sentido da palavra história e suas aplicações, compreender os motivos que levaram os seres humanos a se interessarem pelo estudo do passado e identificar fontes com as quais se trabalha na produção do conhecimento histórico.

Para desenvolver o material os estudantes realizaram a leitura de imagens e construção de textos a partir dessas imagens analisadas.

"Lembranças

Estava observando a foto da construção da passarela da Escola Barão, o que me fez pensar sobre algumas coisas a respeito.

Como por exemplo, a passarela pode ser associada a áreas da matemática, para se calcular o comprimento preciso; a área da química, já que todos os materiais utilizados certamente passaram por algum processo químico e a arte se considerarmos também o design.

A construção da passarela foi um grande avanço para a escola, pois os alunos não precisariam correr o risco de serem atropelados quando fossem para o ginásio de esportes; já que a passarela passara a interligar o espaço “escolar” com o de “atividades físicas”.

Quando a foto foi tirada, a passarela com certeza era vista como uma conquista. Mas hoje, ela certamente faz nos relembrar algumas coisas.

Lembro-me de quando o “tio Roger” fazia uma brincadeira conosco, na qual ele dizia quatro palavras: anjo, formiguinha, elefante e girafa; cada qual com o seu significado. Quando ele falava “anjo”, tínhamos que andar sem fazer barulho (nem conversar). Andar rápido, mas em passos pequenos quando em “formiguinha”. Na girafa, tínhamos que nos esticar o máximo possível (contava levantar os braços), para parecermos grandes (o que não acontecia de verdade, mas em nossas cabeças, sim), só não valia pular. 

Quando chegávamos na passarela, o “tio Roger” normalmente falava “Elefante!”. Nós quase morríamos de tanta euforia. Era a parte mais legal da brincadeira. Era quando nós batíamos os pés com força no chão da barulhenta passarela. Gritávamos, fazíamos o “escambau”. Ficávamos bravos quando o “tio Roger” não dizia “elefante”. Era adorável.

Mas como todos dizem, “a melhor parte da vida passa rápido”. E para mim, ela ainda não passou. Mas está passando. E rápido.

Estou por quase nove anos na Barão, aonde com certeza passarei grande parte da juventude. Estou apenas na metade da “melhor fase da vida”, mas posso dizer que a Barão fez, faz e continuará fazendo parte desta maravilhosa fase."

Texto escrito pela estudante Júlia B. Nickel - 1.8.1

No último dia 7, as crianças do Infantil V da Unidade Velha, uniram o jogo da amarelinha com a linguagem matemática. Na oportunidade eles exploraram os números e suas quantidades.